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Hard skill se treina no mercado publicitário, diz Rodolfo Araújo

Diretor comercial da MOVI analisa a importância de resiliência e curiosidade na contratação de equipes de mídia.

Em conversa no Marketing - The Podcast, Rodolfo Thomé Araújo analisa a importância de soft skills na contratação para o mercado publicitário. Araújo explica por que ferramentas técnicas são treináveis na rotina, enquanto resiliência, responsabilidade e curiosidade diferenciam os profissionais iniciantes.

Competências comportamentais e formação técnica

Rodolfo Thomé Araújo, diretor comercial da MOVI, abordou, em conversa com Bruno Gimenes no Marketing - The Podcast, os critérios comportamentais decisivos na seleção e no desenvolvimento de equipes dentro do mercado publicitário. Araújo pontua que, diante do dinamismo e da alta exigência do segmento de mídia, o domínio de ferramentas operacionais fica em segundo plano em relação à postura individual do candidato nos momentos de entrada na carreira.

Para Araújo, as competências técnicas específicas de operação de mídia podem ser desenvolvidas no dia a dia da empresa, desde que o profissional apresente capacidade de adaptação e comprometimento prático com as entregas. No vídeo acima, que também percorre outros aspectos da mídia exterior e do ecossistema de vendas, o debate detalha as dinâmicas de contratação e os desafios cotidianos enfrentados por quem atua na área comercial e de planejamento.

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"A parte específica, o hard skill ali você treina. Ah, eu não sei mexer no software, eu não sei avaliar um plano, tudo isso é treinável. Mas de fato, ser resiliente, eu não gosto muito de falar sobre comprometimento, mas eu acho que a pessoa precisa ser engajada e responsável em relação a isso", explica Araújo.

Hard skill se treina no mercado publicitário, diz Rodolfo Araújo

Curiosidade e adaptação da nova geração

Ao avaliar a chegada de talentos mais jovens, Araújo destaca que profissionais da geração Z contam com facilidade natural de acesso e familiaridade com grandes volumes de dados. Entretanto, o principal teste no ambiente de trabalho está na habilidade de processar esses insumos e convertê-los em entregas aplicáveis para o negócio.

"Ser resiliente, ser curioso, acho que a geração Z ela tem uma característica muito particular, de curiosidade, tem um volume de dados muito grande na mão, a internet traz isso. Só que o desafio é consolidar essa quantidade de informações e transformar em algo", afirma Araújo. Enquanto contratações para níveis seniores priorizam o ajuste fino da bagagem prévia, o processo para cargos juniores foca na capacidade de lidar com imprevistos e absorver treinamento contínuo.

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