Os primeiros meses da Felina e a reação do mercado
Com três meses de operação e projetos ativos, Andreia Abud avalia o acolhimento do setor a novos modelos de agência.
Com três meses de atuação e clientes ativos, a Felina iniciou suas operações no mercado publicitário. Em entrevista ao Marketing - The Podcast, Andreia Abud comenta a recepção do setor e a importância de novas opções de grupos nacionais.
Andreia Abud, CMDO da Felina, falou, em conversa com Bruno Gimenes no Marketing - The Podcast, sobre o início das operações da agência e a receptividade do mercado publicitário nos primeiros três meses de atividade. O trecho integra uma conversa mais ampla do programa, que abordou também temas como dados, inteligência artificial e estratégias de negócios.
Com clientes e projetos já em andamento logo no início da operação, Abud destacou a decisão de estruturar um formato próprio para atuar no mercado. No vídeo acima, é possível acompanhar o relato completo sobre essa transição profissional. Para ela, a criação da empresa exigiu determinação: "você precisa de muita coragem para mudar, né? E para desenhar um modelo que você acredita".
Segundo Abud, o período inicial trouxe retorno positivo tanto em entregas comerciais quanto no relacionamento com profissionais do setor. "Em três meses a gente teve bons resultados, a gente acredita que a gente vai continuar crescendo, e a gente sabe que a gente tem muito para entregar e a gente acredita na nossa entrega", afirmou. Ela relatou ter recebido contatos, mensagens e convites de colegas de mercado oferecendo apoio ao novo negócio.
Para Abud, o acolhimento reflete também um interesse do ecossistema por novas alternativas operacionais. Reconhecendo sua trajetória construída nas grandes agências, ela ressaltou que a criação de novas estruturas fortalece a pluralidade do mercado. "É sobre o mercado, é sobre a gente ter outras opções, é sobre a gente ter grupos nacionais também que vão atuar no mercado de uma outra forma", pontuou.