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Gestão de comunidades exige visão integrada de canais

Andreia Abud explica por que a interação com o público deve se conectar a narrativas próprias, PR e experiências.

Andreia Abud analisa a atuação de marcas em comunidades e a necessidade de estruturar pontos de contato integrados em um ecossistema. Em conversa no Marketing - The Podcast, ela detalha a maturidade exigida para dialogar com o público e evitar ações isoladas.

Andreia Abud, CMDO da Felina e conselheira do CONAR, debateu a atuação de marcas com comunidades e a importância de uma visão integrada de canais em conversa com Bruno Gimenes no Marketing - The Podcast. O diálogo fez parte de uma discussão mais ampla sobre publicidade e comportamento do consumidor, focando na necessidade de maturidade corporativa ao lidar com canais abertos e descentralizados.

No vídeo acima, Abud pontua que abrir espaço para interação direta com o público significa atuar em ambientes onde a empresa tem menor controle sobre as mensagens. A prontidão para manter conversas contínuas é essencial: "As marcas têm que estar preparadas para essa, para essa conversa, né? É, você tem que ser maduro quando você abre, é, esse canal, é, porque é um canal que você controla menos, né?"

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A arquitetura de atenção e camadas de contato

Em vez de focar formatos ou mídias isoladas, a estratégia requer pensar no ecossistema completo de ativação da marca. Esse arranjo abrange os canais digitais próprios, como site e perfis sociais, articulados com outras frentes de exposição e contato.

Abud descreve esse planejamento em diferentes etapas de relacionamento com a audiência: "a gente tem uma arquitetura de atenção de canais que a gente fala, que parte, é, de uma camada de narrativa, daquilo que é próprio. Depois ele vai para aquilo que é de legitimidade, onde a gente tem, por exemplo, o PR, depois a gente tem uma parte de experiência que tem evento, então, assim, é, tudo conectado, né?"

Gestão de comunidades exige visão integrada de canais

Escuta ativa e superação dos silos

A aproximação com comunidades estabelecidas oferece força de amplificação, mas exige estrutura para receber críticas e fazer correções de rota. Para Abud, a construção de marca não pode se limitar apenas a redes sociais ou nichos isolados: "Não é só sobre a comunidade, é sobre olhar o ecossistema como um todo."

A colaboração entre clientes e agências também é apontada como fator central para evitar a fragmentação de iniciativas. "E eu acho muito ruim quando a gente trata as coisas por silos", destaca Abud, reforçando que especializações em influenciadores e grupos precisam convergir com o restante do plano de comunicação, sustentadas por relevância e "autenticidade, né? Principalmente quando a gente fala de comunidades".

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