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Licenciamento e tecnologia na experiência do Escape 60

Jeannette Galbinski explica como parcerias com estúdios, eletrônica nas salas e cocriação mantêm a marca relevante.

Jeannette Galbinski detalha as estratégias de inovação contínua do Escape 60 para engajar diferentes gerações de jogadores. A operação combina propriedades intelectuais licenciadas, automação eletrônica e escuta ativa de comunidades para criar novas salas. O modelo apoia-se em parcerias com estúdios, pesquisas de preferência e relacionamento com influenciadores.

Jeannette Galbinski, diretora de marketing do Escape 60, explicou, em conversa com Bruno Gimenes no Marketing - The Podcast, como a empresa desenvolve suas salas e mantém o público engajado por meio de renovação contínua de temas e tecnologias. Em um trecho do episódio dedicado a inovação e licenciamento — que também abordou outros aspectos de gestão e dinâmicas de equipe —, Galbinski destacou que a atração precisa criar novidades constantes para atrair novos frequentadores e reter clientes que já completaram os desafios anteriores. "Olha, se a gente não inovar, a gente morre, né?", pontuou.

No vídeo acima, é possível acompanhar a conversa completa e entender as decisões criativas e operacionais adotadas pela marca. Galbinski apontou que uma das frentes centrais dessa renovação está no licenciamento de marcas e personagens consolidados no imaginário do público.

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Licenciamento de marcas e memória afetiva

A estratégia de licenciamento do Escape 60 busca conectar diferentes gerações por meio da nostalgia e do consumo recente de entretenimento. A empresa desenvolve salas em parceria com grandes estúdios e detentores de marcas, trabalhando propriedades como Paramount, Chaves e Turma da Mônica. De acordo com Galbinski, o formato permite atingir tanto quem consome novos lançamentos quanto quem preserva vínculos nostálgicos com as franquias: "Ela é uma sala adulto e infantil. Então é para as crianças que estão tomando contato agora com a Turma da Mônica, que tem série, que tem filme, que tem várias coisas, e também para aquelas pessoas que têm uma memória afetiva."

Licenciamento e tecnologia na experiência do Escape 60

Evolução tecnológica e engenharia dos enigmas

Além do licenciamento, a mecânica física dos jogos passou por transformações técnicas. Enquanto as primeiras salas eram baseadas no manuseio de cadeados mecânicos, as experiências atuais integram automação eletrônica, sensores e portas ocultas. Para projetar esses desafios, a operação conta com uma equipe interna de inovação formada por engenheiros e profissionais do mercado de games, incorporando lógicas de jogos digitais e mobiles às dinâmicas físicas.

Pesquisa de preferências e cocriação com a comunidade

A substituição periódica das salas é pautada por dados de satisfação e pesquisas de mercado com a base de clientes. Em levantamentos recentes, o público indicou maior preferência por temas de mistério, seguidos por terror e aventura. Para aproximar os frequentadores mais engajados, o Escape 60 mantém iniciativas de cocriação e eventos com criadores e sócios: "Nós temos uma comunidade em que a gente tem pessoas que amam o Escape, né, e que nos trazem coisas também. A gente ouve, faz cocriação. A gente tem, a gente ouve o que eles pensam, o que eles gostariam, traz eles para eventos dentro da empresa, para que eles conheçam os criadores, conheçam os sócios, façam coisas diferentes", detalhou Galbinski.

Distribuição multicanal e marketing de influência

Para atrair públicos diversos, a empresa adota estratégias segmentadas de comunicação e presença digital. No relacionamento institucional com criadores de conteúdo, Galbinski relatou que a marca recebeu "mais ou menos uns 550 influenciadores" no último ano, abrangendo nichos que vão de games ao público infantil e corporativo. A atuação se divide entre redes como TikTok, Instagram e Facebook para o consumidor final, enquanto o e-mail marketing permanece como canal central para ações voltadas a empresas.

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