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'É possível sim viver sem mídia tradicional', diz Firmino

Firmino analisa o custo da TV aberta em praças como São Paulo e aponta a TV 3.0 como caminho estratégico para a Vitacon.

João Henrique Firmino, diretor de marketing da Vitacon, debate a divisão de investimentos entre TV aberta e canais digitais. Em conversa com Bruno Gimenes, ele analisa como o custo por praça e o perfil racional da compra imobiliária impactam a escolha de mídia.

João Henrique Firmino, diretor de marketing da Vitacon, falou, em conversa com Bruno Gimenes no Marketing - The Podcast, sobre a eficácia da mídia tradicional em comparação à TV 3.0 e ao ecossistema digital no mercado imobiliário. Embora o episódio completo trate também de outros temas da estratégia da empresa, a análise foca na adequação dos canais de mídia e no retorno sobre investimento em diferentes praças.

No vídeo acima, Firmino detalha como a localização geográfica e o perfil do consumidor determinam a relevância de cada ponto de contato. Segundo ele, o comportamento em capitais difere do interior: "Na bolha que a gente tá, a mídia tradicional já é o Instagram, já é o Facebook. Mas eu entendo que a mídia, ela deve ser entendida e analisada pela praça onde você atua". Firmino pontua que uma construtora no interior pode ter na televisão aberta um canal indispensável pelos hábitos regionais, enquanto em São Paulo a dinâmica de consumo exige outras abordagens.

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Custo de veiculação e o papel do awareness

Em praças como a capital paulista, Firmino explica que a televisão aberta funciona primariamente como ferramenta de reforço institucional, mas esbarra na relação de custo para nichos específicos. "Televisão em São Paulo, na cidade de São Paulo, ela é justa e injusta. Então, para empresas grandes, de grandes marcas aí, e aí a gente tá falando Coca-Cola, Fiat, é importante", afirma. Firmino destaca que o preço cobrado para veicular na praça paulistana se aproxima do custo de uma cobertura nacional, o que reduz a eficiência para produtos imobiliários focados em segmentos mais direcionados.

'É possível sim viver sem mídia tradicional', diz Firmino

TV 3.0 e a jornada racional de compra

Para a estratégia da Vitacon, Firmino aponta a televisão conectada à internet como uma alternativa mais aderente à jornada do cliente: "Já enxergo em função do nosso negócio e da digitalização que nós temos, a TV paga ou a TV 3.0, a TV da internet, como sendo o futuro, algo muito mais importante, que tem muito mais relacionamento com quem consome o nosso produto".

Firmino conclui que a decisão imobiliária exige abordagens direcionadas, diferenciando o setor de produtos de consumo de massa. "E eu posso te dizer que é possível sim viver sem mídia tradicional, dentro do segmento que a gente atua", ressalta Firmino, lembrando que "ninguém vai no supermercado comprar um apartamento".

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