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"A Edge é uma marca, não prestador", diz Roberto Kim

Kim explica a estratégia da EDGE Productions para construir posicionamento no mercado audiovisual.

Roberto Kim detalha a estratégia da EDGE Productions para consolidar uma marca no setor audiovisual em vez de atuar como mera prestadora de serviços. Em conversa com Bruno Gimenes, ele analisa a diferenciação de mercado e o foco nas novas gerações.

Roberto Kim, CEO da EDGE Productions, falou, em conversa com Bruno Gimenes no Marketing - The Podcast, sobre a estratégia de posicionamento da empresa no mercado audiovisual. Kim defende que produtoras de conteúdo precisam ir além do modelo tradicional de prestação de serviços para construir uma marca forte e representativa no setor.

O episódio completo do podcast aborda também tópicos como automação de operações criativas e uso de tecnologia, enquanto o vídeo acima detalha a visão da produtora para se consolidar como referência na indústria. Para Kim, a proposta envolve um foco geracional bem delimitado: "A gente é uma produtora audiovisual focada em gerações de G e N, ou seja, nosso propósito e público é focado nesse nesse nessas gerações. E a gente tá criando a primeira produtora audiovisual que é uma marca e a gente quer ser líder e referência nacional e internacional para as novas gerações para o mercado de audiovisual."

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Ao analisar o segmento, Kim aponta que muitas operações se limitam ao papel de fornecedoras técnicas de execução de vídeo. "A gente não é somente um produto ou um serviço, a gente é a gente representa uma bandeira", afirma Kim. Ele pontua que essa postura orienta o modelo da empresa: "O que a gente tem mais acertado é ter se posicionado dessa forma nesse mercado e como uma marca e não somente como um prestador de serviço, que eu acho que aí morre muito do sonho de muita gente, né? Que 'ah, eu sou só um prestador de serviço'. E quando perguntam para mim o que que a Edge é, eu falo que a Edge é uma marca e vai ser uma das maiores marcas dentro do audiovisual."

Bruno observa que o setor frequentemente vende seus serviços como commodity, em vez de assumir um papel estratégico para os contratantes. Ao direcionar sua narrativa para criadores, influenciadores e videomakers, a produtora busca criar identificação direta e relevância sustentável no ecossistema de conteúdo.

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