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Jenny Parinos revela rituais pré-jogo e apoio psicológico

Medalhista paralímpica explica como a terapia e a preparação mental moldaram sua concentração antes de ir à mesa.

Em conversa no Stemma Sports, a mesatenista paralímpica Jenny Parinos detalha como o acompanhamento psicológico transformou seu rendimento. A atleta revela os rituais de foco e controle da ansiedade que adota antes de cada partida.

No esporte de alto rendimento, o controle emocional e a presença mental são tão decisivos quanto a técnica e a preparação física. Para a mesatenista paralímpica Jenny Parinos, encontrar consistência competitiva exigiu desenvolver uma estrutura psicológica cuidadosa antes de cada partida.

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O ponto de virada com a psicologia esportiva

A busca por apoio profissional surgiu após uma experiência marcante de sobrecarga. Durante uma sequência intensa de partidas, Jenny saiu de um confronto sem se recordar do que havia executado na mesa. O contraste entre a dedicação exaustiva nos treinos e o apagão durante o jogo serviu como alerta para procurar a equipe de psicologia do Centro de Treinamento Paralímpico.

Na terapia, a atleta identificou uma falha importante em sua rotina competitiva: ela costumava apenas aguardar o horário do jogo e se posicionar para jogar, sem nenhuma preparação mental prévia. O processo terapêutico ensinou a importância de estabelecer rituais individuais para construir foco e segurança psicológica antes da disputa.

Jenny Parinos revela rituais pré-jogo e apoio psicológico

Frequências e óleos essenciais antes da mesa

A preparação de Jenny começa logo ao acordar no dia da competição, momento em que ela escuta frequências sonoras para calibrar a energia do dia. Já no local da prova, o ritual ganha contornos específicos cerca de 20 minutos antes do início do jogo — período regulamentar em que os mesatenistas entregam suas raquetes à organização.

Durante essa janela de espera, Jenny utiliza óleos essenciais na palma das mãos para inalação, visando elevar a concentração e reduzir a ansiedade. Enquanto respira os aromas, a mesatenista realiza mentalizações positivas e repassa a estratégia tática do confronto. Embora seja fã de rock, ela optou por não incorporar música com fones a essa rotina, mantendo o foco integral no ritual sensorial que garante sua prontidão para competir.

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