Jenny Parinos além do esporte: rotina, descanso e tatuagens
A mesa-tenista paralímpica revela seu lado caseiro, o amor pelos dias de preguiça e a história de suas marcas na pele.
Longe da pressão das mesas e da rotina intensa de treinos, Jenny Parinos fala sobre sua personalidade tímida e observadora. A atleta detalha seus dias perfeitos de descanso e as histórias por trás de cada tatuagem.
Quem vê Jenny Parinos concentrada diante da mesa ou cumprindo planilhas regulares de corrida e preparação física mal imagina o que a atleta paralímpica mais valoriza nas horas vagas. Fora da rotina de alto rendimento, Jenny se define com leveza como alguém que adora cultivar o descanso. Embora encare com dedicação absoluta qualquer projeto que assume — da criação de conteúdo aos treinos diários —, a pausa tem espaço garantido em sua rotina.
O descanso sagrado e a vida fora dos holofotes
Nos dias sem treino, o plano perfeito é simples: ficar deitada o dia inteiro ao lado de seus cachorros e de Kilian, pedir uma boa refeição e aproveitar um doce. Jenny se descreve como uma pessoa sensível, observadora e muito sonhadora. Apesar da postura firme que construiu no esporte e nas redes sociais, ela preserva um lado tímido que se solta à medida que encontra acolhimento e liberdade no ambiente.
Tatuagens com história e aposta com o pai
As marcas que Jenny carrega pelo corpo registram momentos determinantes de sua história. A primeira tatuagem surgiu aos 16 anos, resultado de um desafio imposto pelo pai. Na tentativa de adiar a ideia, ele prometeu autorizar o desenho caso ela vencesse todas as competições daquela temporada. A jovem atleta não perdeu um único torneio no ano e garantiu o direito de tatuar duas raquetes de tênis de mesa.
Desde então, a pele virou uma linha do tempo afetiva. Estão gravadas as participações nos Jogos Paralímpicos da Rio 2016, Tóquio 2020 e Paris 2024, além de uma flor com pernas arqueadas que representa com orgulho a sua deficiência. Entre homenagens à banda Queen, mensagens de empoderamento e números repetidos guiados pela intuição pisciana, Jenny já projeta novas marcas para quando estrear nos desafios do triathlon.