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Jenny Parinos mira Los Angeles 2028 com nova mentalidade

Medalhista paralímpica detalha o ciclo classificatório e o trabalho emocional para lidar com expectativas após Paris.

Após disputar três edições dos Jogos Paralímpicos, Jenny Parinos projeta o caminho até Los Angeles 2028. A mesa-tenista reflete sobre as lições de Paris e a importância do suporte psicológico para dosar metas e evitar frustrações.

O caminho até uma edição dos Jogos Paralímpicos exige consistência, planejamento de longo prazo e uma gestão emocional afiada. Em conversa no podcast do Stemma Sports, a mesa-tenista Jenny Parinos compartilhou como está estruturando os passos rumo a Los Angeles 2028, que pode marcar sua quarta participação no maior evento esportivo do planeta.

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O calendário e as vias de classificação

Antes de pensar diretamente no próximo ciclo paralímpico, a atleta mantém o foco imediato no Campeonato Mundial da modalidade. Embora o torneio deste ano não distribua vagas diretas para Los Angeles, ele serve como base fundamental de preparação técnica e competitiva.

A "virada de chave" para a corrida paralímpica acontece a partir do próximo ano. A classificação pode vir por três frentes distintas: o título nos Jogos Parapan-Americanos (que garante vaga direta à campeã), a posição no ranking mundial da modalidade ou a disputa da seletiva mundial final.

Jenny Parinos mira Los Angeles 2028 com nova mentalidade

Gestão de expectativas e aprendizados de Paris

Com medalhas conquistadas nas edições do Rio e de Tóquio, Jenny vivenciou em Paris um desfecho diferente ao não subir ao pódio. A atleta relembrou o impacto inicial do resultado e a cobrança interna que surgiu após a competição, questionando o próprio desempenho mesmo após uma dura classificação obtida na seletiva mundial da Tailândia.

O processo de superação dessa frustração passou diretamente pelo acompanhamento terapêutico. Jenny destaca a importância de reconhecer a grandeza de simplesmente estar presente em uma Paralimpíada, algo que poucos atletas no mundo alcançam.

Para o próximo ciclo, a postura é encarar a busca por medalha como consequência natural de um trabalho bem executado, e não como uma obrigação cega. Ao priorizar o próprio desempenho e manter a saúde mental em dia, a mesatenista busca construir uma jornada mais equilibrada rumo a Los Angeles.

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