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Jenny Parinos conta histórias e significados de suas tatuagens

Da aposta com o pai aos Jogos Paralímpicos, mesatenista traz marcas da carreira e da deficiência gravadas na pele.

A mesatenista Jenny Parinos relembrou a origem das suas principais tatuagens, que vão desde uma aposta na adolescência até registros dos Jogos Paralímpicos. Cada desenho carrega marcos da sua trajetória esportiva e da aceitação da própria deficiência.

Mais do que escolhas estéticas, as tatuagens de Jenny Parinos funcionam como um mapa visual da sua história pessoal e esportiva. A primeira delas nasceu aos 16 anos, fruto de uma insistência com a família que se transformou em desafio de alto rendimento.

Para conter os pedidos da filha, o pai impôs uma condição que julgava improvável: ela só teria autorização para tatuar se vencesse todas as competições que disputasse naquele ano. A proposta serviu como combustível imediato. Jenny ganhou todos os torneios da temporada e garantiu o direito de registrar na pele duas raquetes de tênis de mesa, modalidade que já definia o rumo da sua vida.

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Da deficiência aos Jogos Paralímpicos

Entre as marcas pelo corpo, a mesatenista também ressignificou sua condição genética ao tatuar uma florzinha com pernas arqueadas, representação direta da sua deficiência física. A atleta também carrega os registros das três edições dos Jogos Paralímpicos em que representou o Brasil: Rio 2016, Tóquio 2020 e Paris 2024.

O repertório de tatuagens ainda inclui homenagens à banda de rock Queen, mensagens de empoderamento feminino e sequências de números iguais — interpretados como sinais cotidianos pela atleta. Com novos horizontes esportivos no radar, Jenny já planeja a próxima marca na pele para celebrar sua futura estreia no triathlon.

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