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Criatividade no OOH e o papel das soluções especiais

Luís Felipe Loli Argello analisa parcerias para formatos como fake OOH e defende a simplicidade na publicidade.

Em debate no Marketing - The Podcast, o CCO da We OOH explica como veículos de mídia exterior viabilizam ativações especiais e fake OOH. A conversa aborda a perda de leveza na propaganda e a busca por soluções criativas conjuntas com agências.

Luís Felipe Loli Argello, CCO da We OOH, falou, em conversa com Bruno Gimenes no Marketing - The Podcast, sobre o desenvolvimento de projetos especiais e o momento da criatividade na mídia exterior no Brasil.

O trecho integra um debate mais amplo sobre o setor de mídia exterior no país. No vídeo acima, Argello detalha os bastidores de ativações físicas e formatos digitais aplicados às campanhas de out of home.

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Ativações físicas e parcerias para fake OOH

Ao abordar projetos especiais, Argello relembra ações de grande porte executadas para lançamentos de cinema, incluindo efeitos visuais e pirotecnia em prédios. "A gente teve um período que a gente conseguiu trazer algumas inovações, vamos dizer assim. Então, a gente teve diversos lançamentos de filme, tinha era bolha saindo de cima do prédio, era fogo de artifício", relata.

Para continuar inovando sem sobrecarregar a estrutura operacional do veículo, a estratégia passou a incluir parcerias externas especializadas em conteúdos digitais e computação gráfica. "A gente começou a trazer, buscar alguns parceiros para nos ajudar a pensar, porque a gente montar um time criativo dentro do veículo hoje nos encarece muito", afirma Argello.

Criatividade no OOH e o papel das soluções especiais

O objetivo é apoiar as agências na entrega de soluções viáveis para grandes volumes de inventário. "A gente tem hoje trabalhado isso internamente para levar já uma solução criativa para as agências usando nosso meio, nossa plataforma", pontua Argello, citando demandas que chegam a 1.500 ou 5.000 pontos de exibição em clientes como Banco do Brasil e Caixa.

A busca pelo simples na publicidade brasileira

Argello avalia que a comunicação publicitária recente no Brasil tem sofrido com excesso de complexidade e perda de identidade cultural. "Eu vejo que o mercado não entende mais tanto o que é publicidade. É porque hoje em dia todo mundo tenta inventar muito, né, e o simples é tão chique", destaca.

Para Argello, campanhas históricas e iniciativas diretas demonstram a força de conceitos descomplicados. Ele cita exemplos como o projeto Abrigo Amigo, da Eletromidia, além de ações de marcas como Bombril e Piracanjuba, ressaltando que "a leveza ela dá a criatividade que o brasileiro sempre teve" quando não se tenta apenas reproduzir modelos externos.

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