Como a We OOH planeja sua expansão regional no Brasil
A estratégia de presença em praças prioritárias como Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Salvador com capital próprio.
A estratégia de expansão regional da We OOH prioriza cobertura e formatos icônicos em praças-chave do país. Em conversa no Marketing - The Podcast, são detalhados os planos de implementação em capitais como Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Recife e Salvador.
A expansão de uma rede de mídia exterior digital no Brasil exige equilíbrio entre capilaridade, cobertura para compradores de mídia e disciplina na alocação de recursos. Em conversa com Bruno Gimenes no Marketing - The Podcast, Luís Felipe Loli Argello, CCO da We OOH, detalhou os critérios e as praças que guiam o avanço regional da empresa.
No vídeo acima, Argello explica como o estudo de mercado direcionou a escolha de novas praças após a implementação de ativos relevantes em 2023 e 2024. A conversa completa do episódio aborda também outros temas da mídia exterior no país.
Presença em capitais e formatos estratégicos
Após expandir a operação com os relógios de Brasília e as bancas digitais no Rio de Janeiro entre 2023 e 2024, a We OOH estruturou um plano para consolidar praças estratégicas. Em Belo Horizonte, a empresa iniciou a operação com 8 bancas ativas e tem como meta atingir 30 bancas e um painel icônico até o final do ano. A presença em Minas Gerais busca garantir capilaridade e consistência comercial.
No Rio de Janeiro, onde opera rede de bancas digitais, a empresa avança no processo de aprovação de sua primeira empena na cidade. Segundo Argello, o ativo é indispensável pelo posicionamento histórico da marca: "A gente tá terminando de aprovar a nossa primeira empena no Rio de Janeiro, porque é um marco da OOH que a gente é reconhecido pelos grandes formatos. Então realmente precisava lá."
Consolidação regional e disciplina financeira
O plano de expansão abrange outras capitais com demandas específicas mapeadas. Em Recife, a rede está implementando 6 painéis. Em Salvador, após o resultado do primeiro painel em topo de prédio, um estudo de viabilidade validou a construção de uma segunda estrutura no mesmo formato.
Toda a expansão é financiada com capital próprio, o que exige rigor na escolha de cada ponto para evitar excesso de oferta. "A gente precisa entender muito bem onde vai colocar esse capital, porque é um capital próprio, para a gente poder ter mais capital para poder ir abrindo ainda mais bons boas praças com a OOH", pontua Argello sobre o ciclo previsto para ser executado em no máximo 36 meses.