Como estruturar dados e pesquisas contínuas no mercado de OOH
No Marketing - The Podcast, entenda como a integração entre inventário próprio e Geofusion orienta métricas no out-of-home.
A mensuração no mercado de out-of-home exige acompanhamento constante em vez de levantamentos sazonais. Em entrevista a Bruno Gimenes, o convidado detalha a divisão entre bases primárias, secundárias e pesquisas pontuais para projetos especiais.
A estruturação de pesquisas no setor de mídia exterior depende de inteligência e atualização constante. Em conversa com Bruno Gimenes no Marketing - The Podcast, durante discussão sobre o mercado de mídia exterior no Brasil no episódio do programa, o convidado explicou que a coleta de informações não pode depender de levantamentos esporádicos: "a gente trabalha de forma contínua. A gente não trabalha em ondas".
A operação divide o mapeamento em três frentes principais de dados. A primeira reúne os dados primários gerados pelo próprio inventário de telas e pontos de mídia. A segunda camada utiliza dados secundários extraídos de ferramentas como o Geofusion e outras plataformas de inteligência geográfica. A terceira base consiste no trabalho permanente de inteligência de mercado para refinar as decisões comerciais e de planejamento.
No vídeo acima, é possível acompanhar o debate completo sobre a dinâmica do setor de out-of-home. Segundo o convidado, "os dados do out-of-home, eles mudam diariamente. A gente tá procurando uma unidade de para poder dizer, cara, esse aqui é o dado de de medição de de de de entrega, de impacto, de custo e tudo". Levantamentos e pesquisas pontuais continuam existindo na operação, mas são direcionados para projetos especiais que exigem recortes específicos não contemplados no monitoramento diário.