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Como o excesso de telas e a falta de leitura afetam a mente

Janaína Leme analisa os limites no uso de dispositivos digitais e o impacto da perda do hábito de leitura em papel.

A relação entre o consumo excessivo de telas e a saúde mental exige moderação para evitar a adicção no dia a dia. A substituição do material impresso pelo digital também traz reflexos sobre os padrões de atenção e o cérebro. O tema foi debatido por Janaína Leme em entrevista a Bruno Gimenes no Marketing - The Podcast.

Janaína Leme, sócia e head de relações públicas da Sing Comunicação, discutiu a relação entre o consumo de dispositivos digitais, a leitura e a saúde mental em conversa com Bruno Gimenes no Marketing - The Podcast. O episódio completo trata também de cultura organizacional e bem-estar no trabalho.

No vídeo acima, a conversa pontua como a sobrecarga de estímulos digitais e o distanciamento de formatos analógicos influenciam a rotina e a concentração dos profissionais no mercado de comunicação.

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O limite entre o consumo digital e o excesso

O acesso constante a dispositivos eletrônicos transformou o consumo de informação e as ferramentas de trabalho, mas demanda atenção aos excessos. Para Leme, os aparelhos têm utilidade real para aquisição de conhecimento, desde que não ultrapassem o limiar do vício. "Se a gente passa do limite, aí já aí já não é mais legal, isso pra tudo na vida", pontua. Ao traçar um paralelo com outras formas de exagero, Leme reforça: "E a tela é uma, a gente sabe o quanto ela é viciante."

Como o excesso de telas e a falta de leitura afetam a mente

A leitura em papel e as transformações cognitivas

A redução drástica no consumo de publicações impressas, como jornais, revistas e livros tradicionais, reflete-se na forma como a mente assimila conteúdos. Leme destaca que o distanciamento do formato físico já tem impactos observados na cognição humana. "Como isso não existe mais, as pessoas tão lendo o físico ou o jornal ou a revista cada vez menos, já existem modificações no nosso cérebro e as próximas gerações vão vão nascer já talvez sem uma parte daquilo que a gente que tem mais idade já teve e não vai existir mais", afirma.

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