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Pietra Palma: do início na esteira aos 21 km e as lesões

Criadora de conteúdo relembra o ciclo da primeira meia maratona e a sequência de compensações físicas após machucar o pé.

Em conversa no Girls Who Run, Pietra Palma detalhou sua evolução acelerada no esporte, desde os primeiros quilômetros na esteira até os 21 km. A influenciadora explicou como uma lesão no pé desencadeou uma série de compensações que a forçaram a recalcular a rota nos treinos.

A relação de Pietra Palma com a corrida começou inspirada no exemplo de casa. Filha de corredor, ela chegou a tentar acompanhar o pai no início, mas sentiu que a modalidade não era para ela. O cenário mudou quando uma esteira foi instalada na academia do seu prédio. Em uma sessão de corrida e caminhada de 3 km, entre 40 e 50 minutos, Pietra experimentou pela primeira vez a descarga de endorfina e decidiu registrar toda a sua evolução nas redes sociais — desde os primeiros passos até as distâncias mais longas.

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Evolução rápida e o desafio dos 21 km

A progressão nos treinos com assessoria esportiva veio de forma mais rápida do que o planejado. A meta inicial de correr 5 km em seis meses foi alcançada em apenas duas semanas de acompanhamento com a treinadora Lari. Pouco tempo depois, os 10 km vieram de forma natural durante um treino de rodagem de uma hora. Já confortável com volumes entre 15 km e 16 km, Pietra aceitou o convite para disputar a Meia Maratona do Rio.

O ciclo de preparação seguiu consistente até o último mês antes da prova, quando uma lesão no pé acendeu o sinal de alerta. Apesar do risco e da dor, Pietra e a treinadora avaliaram que era viável alinhar na largada. A prova exigiu bastante esforço e Pietra chegou a passar mal durante o percurso, mas cruzou a linha de chegada decidida a engatar outro ciclo de meia maratona no mesmo ano, com a Prova Venus.

Pietra Palma: do início na esteira aos 21 km e as lesões

A reação em cadeia das compensações físicas

O esforço cobrou a conta logo após a linha de chegada. A lesão no pé impediu a continuidade dos treinos e iniciou um efeito dominó no corpo: ao alterar o padrão de movimento para compensar a dor, surgiram dores no quadril e no glúteo, gerando um ciclo desgastante de lesões sucessivas.

Mesmo mantendo sessões de fortalecimento e fisioterapia preventiva, a sobrecarga acumulada fez com que o corpo não tolerasse o volume exigido pela modalidade naquele momento. O quadro levou Pietra a pisar no freio e reduzir drasticamente a rodagem em 2025, ressignificando o papel da corrida como um hobby leve e pontual em sua rotina.

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