Onda de assaltos a atletas no Bruno Covas acende alerta em SP
Relatos frequentes de roubos de bikes, relógios esportivos e agressões preocupam triatletas e corredores na capital paulista.
Praticantes de corrida e triatlo relatam frequentes episódios de violência e roubos no Parque Bruno Covas, em São Paulo. Além de bicicletas, criminosos têm mirado relógios GPS e itens pessoais, gerando cobranças por segurança.
O Parque Linear Bruno Covas, às margens do Rio Pinheiros, despontou como um dos principais pontos de encontro para quem treina corrida e ciclismo em São Paulo. Com pistas dedicadas e espaço amplo para rodagens longas, o local reúne diariamente atletas amadores e profissionais. No entanto, a escalada na violência e a insegurança constante têm transformado a rotina de treinos na região em motivo de apreensão.
Relatos de assaltos e cobrança por segurança
Casos recentes relatados pela comunidade de endurance incluem não apenas o roubo de bicicletas de alto valor, mas também abordagens violentas com agressões físicas e o foco em itens menores, como relógios esportivos Garmin e alianças. A situação foi classificada como um "café amargo" pelos apresentadores do Café com Tri, Sérgio Magalhães e Beto Nitrini, durante o episódio 45 do programa (que teve como tema central a natação com Wanderley Santos).
A escassez de espaços estruturados e protegidos para o treinamento esportivo ao ar livre na cidade de São Paulo intensifica o problema. A comunidade esportiva reforça a necessidade urgente de intervenções e patrulhamento efetivo por parte dos responsáveis pela administração e segurança do parque, garantindo que atletas possam usufruir da estrutura pública sem riscos à integridade física.