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De A Sports a Blue Line: Aline Alexa une design e endurance

Triatleta detalha a transição da marca de quadros personalizados que eterniza conquistas de maratonistas e triatletas.

Aline Alexa contou como uniu sua formação em design à paixão pelo triatlo para criar a Blue Line. A marca produz quadros comemorativos que transformam medalhas e percursos em troféus com propósito.

Equilibrar uma rotina de treinos de endurance com a rotina de trabalho e negócios é um desafio constante de prioridades. Em conversa no podcast Se Liga Nelas, da Stemma, a triatleta e designer Aline Alexa compartilhou os bastidores da sua transição profissional e a consolidação de sua empresa, que passa por um rebranding estratégico: a antiga A Sports agora assume o nome definitivo de Blue Line.

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O equilíbrio entre os treinos e o novo momento profissional

Com participações em etapas de Ironman 70.3 e foco total na carreira profissional, Aline explicou que conciliar esporte e empreendedorismo exige escolhas conscientes. Após deixar o emprego corporativo para se dedicar aos próprios negócios, o volume de treinos precisou ser ajustado à nova realidade de prioridades financeiras e dedicação à empresa.

A ideia de criar quadros comemorativos nasceu da união direta entre sua graduação em design e a vivência no endurance. Para Aline, cada linha de chegada representa meses de dedicação, abdicações e superação pessoal que não deveriam se perder na efemeridade das redes sociais. Os quadros integram a medalha, o mapa do percurso, nome, parciais, número de peito e fotos da prova.

De A Sports a Blue Line: Aline Alexa une design e endurance

Por que Blue Line?

O nome Blue Line faz alusão direta à tradicional linha azul pintada no asfalto das grandes maratonas, que traça a tangente perfeita para completar exatamente a distância oficial de 42,195 km. A metáfora serve como convite para que cada atleta valorize e siga a sua própria trajetória.

Segundo Aline, a proposta é que cada corredor ou triatleta encare o quadro como o seu verdadeiro troféu pessoal. Mesmo que milhares de atletas cruzem o mesmo pórtico, a história, o significado e o esforço por trás daquela medalha são únicos para cada indivíduo, independentemente do tempo registrado no cronômetro.

Do primeiro protótipo pós-Mundial à expansão do negócio

O primeiro modelo surgiu logo após Aline disputar o Mundial de 70.3 na Finlândia. A resposta foi imediata: ao compartilhar o design no grupo de sua assessoria esportiva, as primeiras encomendas surgiram na mesma semana.

Com a experiência acumulada em passagens por empresas como Ambev e Polar, além de consultorias de marketing, ela estruturou o negócio para crescer. Nos primeiros meses, Aline fazia questão de receber histórias pessoais dos clientes — como maratonas dedicadas à superação de doenças na família — para personalizar cada detalhe. Conforme a operação ganhou escala e equipe de atendimento, o compromisso de manter o propósito e a essência de cada conquista seguiu como o pilar central da Blue Line.

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