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Aline Alexa: triatlo, empreendedorismo e a Blue Line

No Se Liga Nelas, a designer e triatleta detalha sua ida ao Mundial de 70.3 e a criação da marca Blue Line.

Neste episódio do Se Liga Nelas, Aline Alexa relembra sua infância ativa no México, a chegada ao triatlo e a vaga no Mundial de 70.3. A atleta e designer também debate a presença feminina no endurance e o propósito da Blue Line.

No estúdio Stemma, Cris Volpe e Lu Rinaldi recebem Aline Alexa para um bate-papo no Se Liga Nelas sobre as diversas facetas da sua relação com o esporte. A designer e triatleta compartilha os bastidores da sua evolução atlética, a classificação para o Mundial de Ironman 70.3, as reflexões sobre a comunidade feminina e a consolidação da sua marca, a Blue Line.

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Origem no México e a infância cheia de esportes

Aline recorda sua infância no México, marcada por uma rotina intensa com aulas de balé, flamenco e jazz, além da vivência com o beisebol em família e anos dedicados ao escotismo. A mudança para o Brasil aos 14 anos preservou seu perfil hiperativo e estabeleceu uma base sólida de disciplina e consciência corporal que a acompanha até hoje nos treinos.

Aline Alexa: triatlo, empreendedorismo e a Blue Line

A transição da dança para a corrida e a chegada ao triatlo

Depois de abandonar a dança na adolescência, Aline começou a correr despretensiosamente no Parque Ibirapuera e passou por um período de treinos no CrossFit. O desejo de pedalar na estrada a levou à compra inusitada de uma bicicleta de contrarrelógio, o que serviu de porta de entrada para aprender natação do zero e iniciar uma trajetória consistente em provas de triatlo.

A experiência no Mundial de 70.3 na Finlândia

Em sua primeira participação na distância de meio Ironman, em Florianópolis, Aline garantiu uma vaga surpresa para o Mundial em Lahti, na Finlândia. Entre o choque da conquista, a síndrome da impostora e a mobilização de familiares idosos que viajaram para apoiá-la, a prova representou um divisor de águas no seu compromisso com o estilo de vida do endurance.

Identidade de atleta e a presença feminina no esporte

A conversa aprofunda o processo de se reconhecer como atleta independentemente do nível de performance e o papel de inspirar outras mulheres. Aline destaca a importância de combater o imediatismo nas redes sociais, reforçando que a evolução saudável em provas de longa distância exige paciência, consistência e respeito a cada fase do treinamento.

Empreendedorismo e o rebranding da Blue Line

Unindo a formação em design ao amor pelo esporte, Aline criou quadros personalizados para eternizar medalhas, percursos e tempos de provas. A empresária explica a transição da antiga AA Sports para o nome Blue Line, conceito inspirado na linha azul que indica o trajeto ideal das maratonas e que simboliza a busca de cada corredor por sua própria jornada.

Marketing esportivo, autenticidade e construção de marca

Com experiência acumulada no marketing esportivo da Polar, Aline analisa as estratégias de branding no universo do endurance e a importância de criar conexões genuínas com o público. Ela ressalta a necessidade de buscar referências fora da bolha esportiva e fugir de tendências vazias para construir um posicionamento com propósito e identidade real.

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