A trajetória de André Lopes rumo ao triatlo profissional
Formado em engenharia na UFSC, atleta traçou plano de dez anos para viver do esporte e conquistou premiação em 2018.
Aos 23 anos, André Lopes decidiu trocar a engenharia pelo sonho de infância no triatlo de alto rendimento. Com um plano de dez anos bem estruturado, ele conta como construiu sua transição profissional e conquistou seu primeiro grande resultado no Ironman 70.3 Buenos Aires.
André Lopes tomou uma decisão ousada logo após concluir a graduação em Engenharia na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC): deixar o caminho convencional de lado para perseguir o sonho de infância de se tornar atleta profissional e viver exclusivamente do esporte.
Com início no triatlo aos 23 anos, a transição para a elite não ocorreu por impulso. André estruturou um plano estratégico detalhado de dez anos para desenvolver sua capacidade física e competitiva no alto rendimento, tornando-se profissional oficialmente em 2018.
O primeiro teste e a validação na elite
Nos dois primeiros anos de dedicação integral, uma das principais metas de André era conquistar premiação em dinheiro em uma prova de nível internacional. O objetivo servia como validação prática para demonstrar à família que a carreira esportiva era sustentável financeiramente.
A resposta veio ainda em 2018, durante o Ironman 70.3 Buenos Aires, que sediou o Campeonato Sul-Americano da franquia. Ao cruzar a linha de chegada no top 10 e receber seu primeiro cheque de premiação profissional (mil dólares), André obteve a confiança de que o planejamento desenhado estava no rumo certo.