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A trajetória de Richard Batista: do design à psicologia

Batista relata como lesões físicas e o estudo do comportamento humano redefiniram sua atuação no marketing.

Em conversa com Bruno Gimenes no Marketing - The Podcast, Richard Batista compartilha sua trajetória profissional do design têxtil à psicologia. Ele explica como lesões nas mãos, o TDAH e o foco em conexões humanas moldaram sua visão estratégica no marketing.

Richard Batista, Head de Performance & GTM na Camesa, falou, em conversa com Bruno Gimenes no Marketing - The Podcast, sobre sua trajetória profissional, a transição do design para a psicologia e a aplicação do comportamento humano na estratégia de negócios.

Criado no interior de São Paulo em ambiente rural, Batista iniciou sua trajetória profissional na área de criação gráfica e têxtil. Durante esse período, desenvolveu produtos licenciados de grandes marcas globais voltados ao segmento de cama, mesa e banho.

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Das criações no design têxtil às limitações físicas

A atuação no design durou mais de uma década e envolveu projetos para marcas de relevância internacional no varejo têxtil. "Então, trabalhei durante 12 anos como designer, designer têxtil, designer gráfico, atuei, fiz Angry Birds, Disney, UFC, CBF, toda essa parte de criação para a área de cama, mesa e banho", conta Batista.

O rumo de sua carreira mudou a partir de problemas físicos decorrentes do trabalho repetitivo na criação visual. Batista começou a sofrer com tremores e lesões nas mãos, o que sinalizou que sua permanência contínua na produção de design não seria sustentável a longo prazo.

A trajetória de Richard Batista: do design à psicologia

No vídeo acima, Batista detalha a percepção de que precisaria reposicionar sua carreira e explica como a busca por alternativas profissionais o levou a reavaliar suas competências.

A virada de chave pela psicologia e o marketing

Ao buscar uma nova área de atuação, Batista recordou uma entrevista em podcast com o neurocientista André Souza, que abordava a atuação de profissionais de saúde mental em empresas de tecnologia como Google e Facebook. O relato serviu de impulso para ingressar na graduação de Psicologia.

"Aí eu resolvi fazer Psicologia, mas já voltado para isso. Já voltado em trabalhar comportamento humano, trabalhar com pessoas, traduzir o marketing, para entender o que era marketing de performance, que não era só números, mas que eu poderia colocar comportamento", afirma Batista sobre sua decisão formativa.

Essa integração entre a compreensão do comportamento humano e as ferramentas de marketing orientou o desenvolvimento de suas metodologias de performance, deslocando o foco exclusivamente quantitativo para um modelo centrado em pessoas.

TDAH, empatia e construção de legado

Batista também aborda seu diagnóstico de TDAH e a relação com análises puramente numéricas, destacando como transformou particularidades cognitivas em um método orientado pela empatia e pelo relacionamento interpessoal.

"Então, basicamente, profissionalmente, o Richard é um cara que gosta de pessoas, tem TDH, tem dificuldade com números, e consegue tentar usar empatia para poder entender o outro", explica Batista.

Além da atuação corporativa, Batista pontua a importância das relações familiares e a construção de projetos como a Quitanda de Negócios, fundada com seu sócio Marcos Visuti. "Nosso legado, ainda mais a gente que trabalha com serviço e não produto, nosso legado é o nosso comportamento", conclui Batista.

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