Quando a corrida vira happy hour: comunidade e leveza
Gabi Mafra e Thaís debatem rotina, a busca por equilíbrio nos treinos e como o esporte se torna espaço de conexão.
Neste episódio do Girls Who Run, Gabi Mafra e Thaís compartilham suas vivências com a corrida de rua, a superação de cobranças por performance e a importância das amizades. Confira o resumo dos tópicos abordados na conversa sobre bem-estar e constância esportiva.
No episódio #75 do Girls Who Run, Mari Real e Marcela Fanti recebem Gabi Mafra e Thaís Makita, colaboradoras do Wellhub, para discutir uma visão mais leve e acolhedora da corrida de rua. O encontro aborda como o esporte pode transcender o foco exclusivo em metas ou planilhas rígidas, tornando-se uma verdadeira oportunidade de descompressão, convivência e bem-estar na rotina diária.
Quem são Gabi e Thaís dentro e fora da corrida
Na abertura do episódio, as convidadas detalham suas trajetórias e suas atuações profissionais no Wellhub. Gabi, recém-maratonista, descreve seu perfil sem pressa para atingir marcas e ressalta sua personalidade extrovertida, conciliando trabalho, família e treinos entre São Paulo e Atibaia. Já Thaís conta que atua na área de marketing de produto do aplicativo, declarando-se uma entusiasta de variadas modalidades esportivas que busca escapar da monotonia do dia a dia por meio de novas experiências corporais.
Como a corrida começou na vida de cada uma
O segundo bloco explora o início da prática esportiva para ambas. Thaís relata que começou a correr na esteira aos 15 anos, passou pelo tênis competitivo na faculdade e se aproximou da corrida de rua na Volta da USP, até viver fases intensas de assessoria antes de buscar um ritmo mais moderado. Por sua vez, Gabi revela que começou a correr por incentivo de Marcela Fanti, aprendendo a lidar com os primeiros minutos desafiadores de cada sessão e desenvolvendo a resistência a partir de métodos estruturados de caminhada e corrida intervalada.
A importância da comunidade e das amizades no esporte
A discussão avança sobre como o ambiente coletivo e os grupos de corrida transformam o engajamento esportivo. As convidadas destacam o papel dos coletivos femininos e assessorias no acolhimento de praticantes, servindo como suporte durante ciclos de treino mais exigentes, como a maratona. Ter amigos com os mesmos objetivos estimula o compromisso com os horários e ajuda a superar a sensação de solidão nos treinos longos, transformando a corrida em um ponto central de socialização.
A corrida como "happy hour" e momento de desconexão
Nesta seção, as participantes explicam como o momento do treino funciona como uma pausa necessária nas rotinas intensas de trabalho corporativo e home office. Para Thaís, o treino no horário de almoço acompanhado de podcasts proporciona uma imersão relaxante. Gabi utiliza o momento ao ar livre para afastar a atenção das telas de computadores e celulares, enquanto Mari Real e Marcela comentam o prazer de correr em dias ensolarados nos parques e as estratégias de entretenimento na esteira.
Constância sem cobrança e a experimentação de novos esportes
O debate aborda a definição prática de constância, desmistificando a ideia de que o atleta precisa cumprir planilhas de forma inflexível ou punitiva. As participantes defendem que a regularidade sustentável surge da adaptação do treino ao tempo disponível na rotina real, combinada ao prazer gerado pela atividade física. O Wellhub é citado como facilitador para quem deseja testar diferentes modalidades além da corrida, como musculação, pilates, crossfit, escalada e modalidades indoor.
Desafios marcantes: da primeira maratona a travessias no mar
As convidadas relembram metas expressivas que marcaram suas trajetórias. Gabi detalha o ciclo de preparação física e mental para completar a Maratona de Buenos Aires, apoiada por fortalecimento muscular e pela convivência com amigas corredoras em momentos pessoais difíceis. Thaís compartilha sua tradição de estabelecer um desafio esportivo a cada aniversário, relembrando a participação na travessia aquática Fuga das Ilhas, a Meia Maratona do Rio e uma dura prova de ciclismo no Chile enfrentando baixas temperaturas.
Sprint Final: bate-bola com as convidadas
Encerrando o episódio, a rodada rápida de perguntas traz as preferências e percepções de Gabi e Thaís sobre a prática esportiva. Entre as respostas, elas compartilham suas distâncias favoritas, horários ideais de treino e aprendizados sobre não se prender excessivamente ao ritmo do pace ou ao tamanho das distâncias. Ambas elegem sonhos em grandes provas, como as Maratonas de Nova York e Chicago, reforçando a união entre a prática esportiva e os momentos de celebração social.