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Maratona de Tóquio: bastidores, turismo e corrida no Japão

Uma jornada completa pelo Japão com dicas de viagem, corrida de 5 km e a cobertura dos bastidores da Maratona de Tóquio.

Acompanhe os bastidores de uma viagem ao Japão durante a semana da Maratona de Tóquio. Da rotina de atendimentos de fisioterapia e dicas de parques em Osaka até o clima eletrizante dos 42 km na capital japonesa.

Viajar para o outro lado do mundo para acompanhar uma das maiores provas do planeta exige planejamento e disposição para encarar muitas horas de deslocamento. O ponto de partida foi São Paulo rumo a Tóquio, com conexão em Nova York. Para quem sai da capital paulista rumo a Guarulhos, a integração ferroviária a partir do Terminal Barra Funda até o aeroporto, combinada com o monotrilho interno entre os terminais, tem se mostrado uma alternativa rápida e prática para fugir do trânsito.

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Parada estratégica em Osaka e dicas de viagem

Antes de concentrar os trabalhos na capital japonesa, o itinerário começou por Osaka após desembarque rápido com formulário de imigração digital via QR Code. Na cidade, a visita aos parques temáticos da Universal Studios rendeu aprendizados práticos de logística: optar pelas filas de Single Rider reduz o tempo de espera para cerca de um terço em atrações concorridas como a montanha-russa Hollywood Dream e a The Flying Dinosaur.

Explorar a cidade a pé e em ritmo de treino também fez parte da aclimatação. Pelas ruas silenciosas de Osaka, cheias de veículos elétricos, o percurso mapeado incluiu passagens por pontos turísticos tradicionais como o santuário Namba Yasaka Jinja, famoso pela imensa estrutura em formato de cabeça de leão, além de lojas temáticas e opções práticas de alimentação nas lojas de conveniência locais.

Maratona de Tóquio: bastidores, turismo e corrida no Japão

Chegada a Tóquio e rotina de recovery

A viagem seguiu a bordo do trem-bala (Shinkansen) direto para Tóquio, onde o clima da maratona tomou conta das ruas. Hospedado próximo à Tokyo Tower e ao Shiba Park, a rotina foi dividida entre explorar marcos icônicos — como o cruzamento de Shibuya e o observatório do prédio do governo metropolitano em Shinjuku — e realizar os atendimentos de fisioterapia e recovery para os atletas brasileiros que disputariam a prova.

Com base em bairros estratégicos como Ginza e Shinjuku, os cuidados pré-prova focaram em deixar os corredores prontos para enfrentar o asfalto frio da capital. Na véspera do evento principal, um treino de 5 km às margens do Rio Sumida, com vista para a Tokyo Skytree, garantiu medalha de participação e o aquecimento final em solo japonês.

A emoção da Maratona de Tóquio no km 35

No domingo, 1º de março, a prova tomou a cidade sob clima frio e vento constante. Posicionado em trechos decisivos da corrida, entre os quilômetros 35 e 40, o acompanhamento começou com a largada da categoria de cadeirantes e seguiu com a passagem veloz da elite internacional e dos pelotões de amadores.

A estrutura impecável de hidratação e a energia do público nas calçadas marcaram o encerramento do evento, celebrado no estilo tradicional japonês com um almoço de yakiniku e corte de carne wagyu na grelha antes do retorno ao Brasil.

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