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IRONMAN 70.3 Floripa reúne elite exclusivamente feminina

Triatletas profissionais debatem os ganhos em visibilidade, estrutura e dinâmica com grid 100% feminino na prova.

Pela primeira vez, a elite do IRONMAN 70.3 Florianópolis conta com um grid profissional exclusivamente feminino. Em coletiva de imprensa, as atletas destacaram o protagonismo, a cobertura dedicada e a dinâmica da disputa.

Pela primeira vez na história da etapa, o Nubank Ultravioleta IRONMAN 70.3 Florianópolis apresentou um start list profissional formado exclusivamente por mulheres. Em coletiva oficial antes da largada, triatletas de ponta compartilharam suas impressões sobre o formato, ressaltando o ganho de visibilidade esportiva, a estrutura de cobertura dedicada e os impactos diretos na dinâmica de prova.

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Mais visibilidade e foco na cobertura ao vivo

Para Jennifer, a competição marcou a estreia em uma disputa sem a divisão de atenção com o pelotão profissional masculino. A triatleta ressaltou a relevância de colocar a elite feminina no centro das transmissões e do público. Vitória, que já havia competido em um formato similar no 70.3 de Happy Valley, também reforçou o valor do ganho em visibilidade gerado por esse modelo de largada.

A francesa Julie Iemmolo destacou as vantagens práticas na estrada. Com o foco direcionado unicamente para a disputa feminina, as atletas contam com motos de apoio dedicadas e uma transmissão contínua da briga pelas primeiras colocações. Julie pontuou ainda a motivação de conduzir o ritmo geral da prova e a chance de cruzar a linha de chegada em primeiro lugar geral, sustentando a dianteira frente aos atletas das categorias de idade (age groupers).

IRONMAN 70.3 Floripa reúne elite exclusivamente feminina

Atração no calendário e experiência consolidada

A escolha pelo grid feminino foi decisiva para a montagem de calendário de atletas como Michele Coelho e Léa Riccoboni. Michele lembrou que já havia participado de formato idêntico no IRONMAN 70.3 Cascais, em Portugal, e afirmou que a proposta foi um dos motivos que a levaram a escolher Florianópolis para fechar sua temporada no circuito.

Léa Riccoboni também destacou que optou pela prova catarinense atraída pela experiência de disputar uma etapa dedicada exclusivamente às mulheres, elogiando o suporte e a estrutura técnica preparados para a elite. A discussão fez parte da coletiva de imprensa do evento, que também abordou outros aspectos estratégicos e de preparação para o fim de semana.

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