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Luma Guillen mira vitória no Ironman 70.3 São Paulo

Após focar na curta distância, triatleta volta ao meio Ironman com energia renovada e avalia a disputa na capital paulista.

Em preparação para o Ironman 70.3 São Paulo, Luma Guillen detalhou sua volta à meia distância após competir no circuito nacional. A triatleta analisou os treinos em altitude, o ritmo para a corrida e projetou a briga pelo topo do pódio na elite feminina.

Depois de dedicar boa parte da temporada às etapas do Campeonato Brasileiro de curta distância, a triatleta profissional Luma Guillen está de volta ao circuito de meia distância no Nubank Ultravioleta IRONMAN 70.3 São Paulo. Longe das provas longas desde suas últimas participações no Rio de Janeiro e em Florianópolis, Luma chega à capital paulista descansada e motivada após uma pausa estratégica no início do ano.

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Treinos específicos e adaptação na altitude

A transição entre as provas olímpicas e o meio Ironman não exige necessariamente uma mudança drástica no volume total de treinos, mas sim nos estímulos específicos. Luma destacou que a preparação recente incluiu um período de treinos na altitude ao lado de atletas focados em distâncias longas, trabalhando zonas de intensidade controlada e sustentação de ritmo, fundamentais para render bem nos 90 km de ciclismo e nos 21,1 km de corrida.

Luma Guillen mira vitória no Ironman 70.3 São Paulo

Estratégia na natação e ritmo para a meia maratona

Conhecida pela consistência na primeira modalidade, Luma vê o percurso da natação em São Paulo como favorável. O trajeto simples de ida e volta, sem grandes dificuldades de navegação, é o cenário ideal para buscar a liderança logo nos primeiros metros. O objetivo traçado é sair da água na ponta, preferencialmente isolada ou acompanhada por poucas atletas, para construir uma vantagem sólida desde a primeira transição.

Na corrida, a atleta projeta um desempenho consistente para tentar fechar a meia maratona abaixo de 1h30. Apesar de ponderar que ainda não atingiu o ápice de sua forma física, Luma ressaltou que a vontade de vencer é o principal motor para compensar o ritmo competitivo.

Disputa aberta na elite e planos para o calendário

Ao analisar o pelotão feminino, Luma apontou a argentina Romina como uma das principais referências e favoritas da disputa. Outras competidoras de destaque, como Mari no ciclismo, Rachel na natação e pedal, além da regularidade de Bruna Mahn, desenham um cenário bastante aberto e disputado para as primeiras colocações.

Com meta declarada de brigar pela vitória — e avaliando um top 3 como um resultado positivo —, Luma não descarta aceitar uma vaga para o Mundial de 70.3 caso conquiste a classificação. Para a sequência da temporada, a triatleta planeja alinhar na etapa feminina de Florianópolis, mantendo aberto o caminho para seguir transitando de forma híbrida entre provas curtas e a meia distância.

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