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Dylan Nortjé: Calor do Brasil e Sonhos de Kona e Nice em Aracaju

O triatleta sul-africano compartilha suas impressões sobre o Brasil e seus ambiciosos planos para o futuro do triathlon.

Em uma entrevista exclusiva à Stemma Sports, Dylan Nortjé, triatleta sul-africano, revela os motivos por trás de sua participação no Itaú BBA IRONMAN 70.3 Aracaju. Ele aborda sua adaptação ao clima quente, sua visão sobre a competição e os grandes objetivos para as próximas temporadas, incluindo slots para Nice e Kona.

Em uma cobertura especial do Itaú BBA IRONMAN 70.3 Aracaju 2025, a Stemma Sports conversou com o triatleta sul-africano Dylan Nortjé. Em um bate-papo descontraído com o apresentador Fabio Bessa, Nortjé compartilhou suas primeiras impressões sobre o Brasil e os motivos que o trouxeram para a capital sergipana, além de revelar seus planos e aspirações para o cenário mundial do triathlon.

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A Escolha Inusitada: Por Que Aracaju?

Dylan Nortjé explicou que escolheu o evento de Aracaju por uma razão prática: a proximidade. "É diferente de outros continentes, mas é bem perto de casa," disse, referindo-se a um voo de oito horas, um contraste com as 24 horas necessárias para chegar à Europa. Além da logística, o calor foi um atrativo. "Eu gosto de correr no calor. Vindo da África do Sul, toda a minha vida foi no calor," afirmou. Esta é a primeira vez de Dylan no Brasil e na América do Sul, uma experiência que ele descreve como maravilhosa: "As pessoas são muito felizes. Ninguém consegue se comunicar comigo, mas todos são felizes. Eu amo isso."

Dylan Nortjé: Calor do Brasil e Sonhos de Kona e Nice em Aracaju

Estratégia no Clima Tropical e Respeito aos Adversários

Questionado sobre os competidores e sua estratégia, Dylan foi direto. Ele não costuma analisar a lista de largada antes da prova, preferindo focar em seu próprio desempenho. "Conheço os nomes, mas não sei como eles têm corrido este ano," comentou sobre atletas como Reinaldo Colucci e Igor Amorelli. Em relação ao clima, o calor de Aracaju, embora familiar para ele, apresenta um desafio único contra os brasileiros. "Eu me sinto ótimo, mas normalmente, quando corro em outros lugares, uso o calor a meu favor. Agora, correndo contra brasileiros que vivem nisso a vida toda, acho que talvez eu não seja o mais forte," brincou, reforçando a necessidade de muita hidratação.

De Olho em Nice e Kona: Os Próximos Passos

O Itaú BBA IRONMAN 70.3 Aracaju marca a última prova do ano para Dylan Nortjé. Após a competição, o foco se volta para as férias, com planos de "cerveja e praia" a partir de segunda-feira. Para 2025, os objetivos são ambiciosos. "Preciso conversar com meu treinador, mas talvez Kona," ele revelou, mencionando que todo o seu time está indo. No entanto, o principal objetivo imediato é Nice. "É por isso que vim ao Brasil, para conseguir uma vaga para Nice. Então, Nice é o primeiro e talvez Kona." Antes de se despedir, Dylan reafirmou seu carinho pelo Brasil, expressando que amou a experiência: "Eu amo isso, amo isso. Até a moça que carimbou meu passaporte estava me ensinando português." E com um "obrigado" genuíno, encerrou a entrevista, prometendo não ser sua última visita.

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