Luiz Henrique insatisfeito no Zenit volta à mira do Flamengo
Cenário envolve concorrência no mercado, extensão de vínculo de Erick Pulgar e veto conjunto ao Vasco no Maracanã.
Com o desejo de Luiz Henrique de deixar o Zenit, o Flamengo reavalia as condições para tentar a contratação do atacante. O cenário também envolve movimentações de rivais, a renovação de Erick Pulgar e os bastidores do veto ao Vasco no Maracanã.
O atacante Luiz Henrique está insatisfeito no Zenit e deseja deixar o clube russo ainda nesta janela de transferências, que se encerra no início de setembro. A informação apurada por Raissa Simplício e Gabriel Reis (Paparazzo Rubro-Negro) mantém aberta a possibilidade de investida do Flamengo, que planeja contratações pontuais para a sequência da temporada.
No vídeo acima, Bernardo Ramos contextualiza o modelo financeiro exigido para viabilizar a negociação. O Flamengo não dispõe de 35 milhões de euros para pagamento à vista, mas pode articular uma proposta de 30 milhões de euros fixos somados a cinco de bonificação, com parcelamento ao longo de 2 anos para preservar as finanças do clube. O interesse no atacante é antigo e já havia sido admitido pelo ex-presidente Rodolfo Landim.
Concorrência do Palmeiras no mercado da bola
Outro elemento central no cenário é a movimentação internacional. O Palmeiras pode negociar o atacante Alan com o Manchester City por até 100 milhões de euros — clube inglês que negociou Savinho com o Tottenham —, capitalizando a equipe treinada por Abel Ferreira para buscar reposição da mesma posição no mercado, com Luiz Henrique surgindo como alvo natural.
Renovação de Erick Pulgar até 2028
Paralelamente às contratações, o Flamengo encaminha a extensão do vínculo com Erick Pulgar até o término de 2028. Para Bernardo, a renovação é uma medida acertada da diretoria, pois assegura estabilidade a um dos esteios do meio-campo rubro-negro sem comprometer a folha com aumentos salariais considerados exorbitantes.
Veto ao Vasco no Maracanã e declarações de Pedrinho
Nos bastidores institucionais, Flamengo e Fluminense vetaram o confronto entre Vasco e Vitória, pela Copa do Brasil, no Maracanã. A gestão do estádio é dividida em 65% pelo Flamengo e 35% pelo Fluminense no consórcio de mais de 18 anos, cabendo a ambos preservar o gramado.
Bernardo avalia que os administradores estão cobertos de razão e critica a postura de Pedrinho, presidente do Vasco, que chamou o presidente do Flamengo, Papé, de hipócrita e mal-caráter antes do embarque para Assunção, onde a equipe carioca venceu o Olimpia por 4 a 1 de virada. Na visão do comentarista, o dirigente vascaíno adota postura prejudicial à instituição e repete trocas sucessivas no comando técnico, atualmente sob gestão de Pedro Emanuel.