Rachel Olsson avalia evolução do field feminino no Brasil
Triatleta compara disputas nos Estados Unidos e no país e destaca papel de novas etapas profissionais para mulheres.
Durante a coletiva do IRONMAN 70.3 São Paulo, Rachel Olsson comparou o cenário competitivo entre Brasil e Estados Unidos. A atleta apontou a densidade de competidoras como principal contraste e ressaltou o impacto positivo de mais provas profissionais no país.
Presente com frequência nas etapas nacionais de triatlo de média e longa distância, a norte-americana Rachel Olsson compartilhou sua visão sobre as diferenças de competir contra o pelotão brasileiro em comparação com o circuito dos Estados Unidos, durante a coletiva de imprensa do Nubank Ultravioleta IRONMAN 70.3 São Paulo.
Para Olsson, o contraste mais evidente entre os dois cenários ainda é o volume total de competidoras na categoria profissional. Nos Estados Unidos, a densidade de atletas de elite na largada é expressivamente maior, o que cria dinâmicas de prova com mais pelotões e disputas diretas ao longo de todo o percurso. Segundo a atleta, o deslocamento logístico para a América do Sul muitas vezes restringe o tamanho dos fields internacionais nas etapas do continente.
Mais provas profissionais para formar novas atletas
Por outro lado, Rachel Olsson fez questão de destacar o momento positivo do triatlo no país. Para ela, o aumento de etapas que oferecem premiação e categoria profissional no calendário nacional — impulsionado pela Unlimited Sports e pelo IRONMAN Brasil — é o caminho decisivo para acelerar o desenvolvimento local.
A atleta pontuou que oferecer palcos competitivos consistentes dentro de casa permite que mais mulheres façam a transição para a elite e ganhem bagagem em alto nível, fortalecendo a modalidade e ampliando o número de competidoras brasileiras em disputas internacionais.