Bruna Stolf supera extravio de bike após Mundial de Nice
Triatleta precisou improvisar bicicleta, capacete e tênis às vésperas de largar no Ironman 70.3 São Paulo.
Após disputar o Mundial em Nice, Bruna Stolf desembarcou no Brasil sem seus equipamentos de prova. A triatleta precisou correr contra o tempo para pegar bicicleta e capacete emprestados antes do Ironman 70.3 São Paulo.
A rotina de quem emenda grandes provas internacionais com o calendário nacional costuma ser intensa, mas a transição de Bruna Stolf entre a França e o Brasil ganhou doses extras de adrenalina. Apenas uma semana após competir no Mundial de Nice, a triatleta desembarcou para o Ironman 70.3 São Paulo enfrentando um dos maiores pesadelos dos competidores de endurance: o extravio de bagagem aérea.
A experiência dura e inspiradora em Nice
A passagem pela Côte d'Azur deixou marcas positivas, apesar da altimetria severa do percurso francês. Bruna destacou a beleza do cenário e aproveitou a exigência máxima do evento para entregar tudo o que tinha no dia, encarando o ritmo forte do Mundial como uma preparação de alto nível para o desafio em solo paulista.
Corrida contra o tempo para montar o setup de prova
O verdadeiro contratempo começou no desembarque no Brasil. Após viajar na quarta-feira à noite e chegar na manhã de quinta-feira, a atleta descobriu que sua bicicleta não havia chegado. Sem o equipamento principal a poucos dias da largada, a rotina de descanso virou uma maratona de logística.
Bruna precisou mobilizar contatos para conseguir bicicleta e capacete emprestados. Já os tênis de corrida precisaram ser comprados de última hora na cidade, já que ninguém tinha o modelo exato utilizado por ela em treinos e provas. Longe de se abater pelo estresse logístico, a triatleta encara a superação dos imprevistos como combustível mental para buscar um resultado marcante na prova.