Curated
Voltar S @stemma 2 min de leitura
sports

Mariana Andrade projeta o Ironman 70.3 Floripa

Triatleta analisa a temporada, avalia o pódio em São Paulo e detalha a estratégia para a disputa em Jurerê.

Em entrevista ao Stemma Sports, a triatleta profissional Mariana Andrade avalia sua temporada de recuperação e detalha os preparativos para o Ironman 70.3 Florianópolis. Competindo em casa, Mari compartilha conselhos para atletas amadores e analisa o forte start list profissional feminino.

Às vésperas da largada do Nubank Ultravioleta Ironman 70.3 Florianópolis, a triatleta profissional Mariana Andrade conversou com o Stemma Sports sobre sua preparação para competir em casa. Vindo de uma sequência consistente na temporada, a atleta detalhou os aprendizados da sua última prova e compartilhou as expectativas para encarar o percurso em Jurerê diante de um dos pelotões femininos mais disputados do circuito nacional.

PUBLICIDADE (GAM) — 1250x250

Avaliação do Ironman 70.3 SP e preparação para Floripa

No Ironman 70.3 de São Paulo, Mariana conquistou a segunda colocação geral e cravou a melhor parcial de ciclismo do dia. Para buscar as líderes logo no início, ela arriscou um ritmo muito agressivo nos primeiros 30 a 40 quilômetros da bike, estratégia que acabou cobrando um preço alto de desgaste muscular e fadiga na transição para a corrida. Apesar de ter iniciado a meia maratona sentindo o esforço extremo, conseguiu sustentar o ritmo e assegurar o pódio.

O intervalo de apenas quatro semanas entre a etapa paulista e a prova de Florianópolis exigiu um planejamento cuidadoso. Sem espaço para grandes blocos de volume, a rotina foi dividida entre a recuperação inicial pós-prova, duas semanas pontuais de treinos com qualidade e o polimento final às vésperas da largada catarinense, chegando em curva crescente de rendimento para correr ao lado da torcida local.

Mariana Andrade projeta o Ironman 70.3 Floripa

Estratégia, start list e orientações para o Ironman 70.3 Florianópolis

Com a mudança do percurso oficial dos Ingleses para Jurerê, Mari Andrade destacou a importância de manter a calma e a disciplina nos dias que antecedem a prova. Para os triatletas amadores — incluindo seus 25 alunos inscritos —, a principal orientação é evitar o desgaste desnecessário caminhando pela feira do evento, confiar plenamente nos treinos já realizados e encarar o desafio com leveza, sem tentar inventar novas rotinas de última hora.

No cenário profissional, a prova reúne 15 competidoras de alto nível, com forte presença de atletas estrangeiras e nomes do triatlo olímpico brasileiro, como Djenyfer Arnold e Vittoria Lopes. A estratégia de Mari Andrade segue clara: buscar nadar o mais próximo possível das ponteiras para reduzir o gap de tempo, acelerar forte no ciclismo — seu principal ponto forte — para recuperar posições e encaixar uma corrida consistente até a linha de chegada.

PUBLICIDADE (GAM) — 1250x250